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• ao encontro da arte


Como é bom respirar arte, respirar quadros, esculturas, tintas, vernizes, entrar naquele ambiente, normalmente frio pelo ar condicionado, silencioso, mas tão silencioso que dá para ouvir cada respiração e, se formos bem atentos, ouvimos até as batidas do nosso coração.


Tudo funcionando como uma grande orquestra alí, ao vivo e a cores, repleta de sentimentos, formas, sons e principalmente história.
Todo este conjunto é fascinante, pelo menos para mim é. Fascinante e mágico.
Acredito que a primeira vez em que vemos uma determinada obra de arte, esse encontro deve ser solitário. O que deve valer é o nosso olhar, nosso sentimento: aquilo que mexe com a gente e que faz com que paremos mais em frente a uma obra do quem em outra.


Isso é muito particular e solitário. Eu sinto assim. E totalmente sinestésico.
Fico frustrada porque a minha vontade é tocar em tudo, nem que seja em uma pontinha para captar a energia que foi colocada alí.
Não é mágico saber que estamos diante de uma obra feita no século passado? Que alguém colocou aquelas tintas alí? Que aquela história que você leu em livros, ouviu em uma palestra ou sala de aula, está ao alcance do esticar dos seus dedos?
Fui na mesma semana em dois locais:
Pinacoteca do Estado de São Paulo e do Museu Lasar Segall .


pinacotecaesegall


Algumas coisas me tocaram mais que outras:
Brecheret, Rodin , a sala de Arte Barroca da Pinacoteca e toda a maravilhosa obra de Lasar Segall.
Sem falar na sala onde ele, Segall em pessoa, trabalhava — imagina se não toquei na mesa, na prensa etc — inesquecível!
E olhar cada detalhe. Por mais que já tenhamos visto, lido, relido sobre as obras e seus artistas, estar alí na frente delas é sempre especial. E único. Mesmo quando vemos por uma segunda vez. O primeiro encontro entre nosso olhar e uma obra de arte é sempre o maior.
Vá sempre que possível ao encontro da arte, seja lá aonde ela estiver, em museus como a Pinacoteca ou Lasar Segall — que me deixaram nas nuvens por vários dias — ou nas galerias de arte onde você more, nos museus de sua cidade, na arte dos artesãos de sua região.
Mas vá, olhe e sinta. Principalmente sinta. Aproveite as imagens postadas aqui para ficar com vontade e ir ao encontro da arte e descobrí-las.

grupobrecheretsegal



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